Por onde foi que eu me perdi?

Voltei. Para lembrar que algumas coisas mudaram. Tanto a ponto de me fazer perceber que eu fiquei parada esperando, como dona da razão, as coisas virem até a mim como se tivesse algum tipo de efeito magnético. Esse foi um dos meus erros, não me movi. Esperei. Omiti.

Talvez por pensar que nunca passaria por isso. Talvez por nunca ter tido esse pesadelo. Talvez…

Lá vou eu mais uma vez conjugando incertezas. Está errado. Em algum momento não era assim. Por onde foi que eu me perdi? Não sei…

Opa! Não sei!

Parece que agora eu percebi que “nada sei”.

Chegou o momento. Não de voltar. Mas, sim de movimentar, agir e acontecer. A vida não espera. Não espere mágica. A hora é agora e amanhã. Espere só o que virá!

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Sobre irinea

Ousadia e inocência. Palavras tão presentes em minha essência de ser. Ouso nas criações de minhas ideias e atitudes com o objetivo de expressar sentimentos e experiências que poucas pessoas conhecem em mim, ou que pelo menos, eu nunca as tenha confessado. No entanto, preciso ir além. Acreditar, sonhar e realizar... Chegar e me apresentar, sem dar brecha para que as pessoas tenham impressões, mas, sim comprovações. Deixar de lado essa tal inocência e partir para a maturidade não é um plano estratégico. É apenas mais uma etapa do meu ciclo de vida. E ah, que vida!
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