Quero pintar e bordar. Venha 2011!

Vamos torcer para que tudo dê certo para nós. Que aconteça o melhor, sempre!

Não posso reclamar muito desse 2010. Foi um ano intenso e generoso que me fez sorrir e chorar por diversos motivos.

Ano em que meus sentimentos se refletiam confusos e me faziam tropeçar pelo caminho. Às vezes, parecia que eu não ia me levantar nunca mais e, justamente nesses momentos eu encontrei forças em algo ou alguém para reerguer. A cada dia uma lição e uma nova página para continuar aprendendo.
De início, concretizei um sonho de infância. Conheci o mar. Lindo, imenso, fascinante e misterioso, como nos meus sonhos. Demorou 26 anos e alguns dias para esse encontro, mas aconteceu. Vale lembrar que foi em grande estilo. De navio ao lado dos meus amigos de faculdade. Aliás, grandes amigos. Amizades para a vida toda, das quais sinto saudades desde a cerimônia de formatura.

Conclui meu tão sonhado curso de Jornalismo e permaneço fazendo o que eu mais gosto: ler, escrever, informar e emocionar – sempre que possível.

Quero esquecer todos os sofrimentos (que não foram poucos) e cada lágrima que derramei em vão, por situações ou pessoas, que hoje percebo, não mereciam nenhuma manifestação semelhante.

Preciso ter mais fé. Pelas provas que recebi esse ano, não posso questionar mais. Ele existe e está comigo nos momentos de sorriso e choro para não me deixar fraquejar. Não posso mais ignorar Sua existência.

Espero, de verdade, que 2011 seja um ano diferente e novo para eu pintar e bordar como quiser. Que as delícias de 2010 me acompanhem e se renovem para não caírem na monotonia. Que apareça o novo, o inusitado o inesquecível e tudo mais que me dê calafrios. . Viver mais com meus amigos e não dispensar uma aventura. Eu quero mais intensidade, verdade e sentimento nessa vida. Venha 2011, eu estou pronta!

Irinéa Donizete

Sobre irinea

Ousadia e inocência. Palavras tão presentes em minha essência de ser. Ouso nas criações de minhas ideias e atitudes com o objetivo de expressar sentimentos e experiências que poucas pessoas conhecem em mim, ou que pelo menos, eu nunca as tenha confessado. No entanto, preciso ir além. Acreditar, sonhar e realizar... Chegar e me apresentar, sem dar brecha para que as pessoas tenham impressões, mas, sim comprovações. Deixar de lado essa tal inocência e partir para a maturidade não é um plano estratégico. É apenas mais uma etapa do meu ciclo de vida. E ah, que vida!
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